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O Futuro que já é visto no presente: Economia Compartilhada

Provavelmente você já ouviu falar sobre economia compartilhada. Mas o problema de “só ouvir falar” é que pode se ter uma ideia errada do que esse conceito de economia realmente significa. 

A economia compartilhada não pretende que você se desfaça de todos os seus bens ou que deixe de adquirir aquilo que te satisfaz, mas sim, repensar na maneira que está consumindo e evitar desperdícios.

Como? Emprestando o que é seu, ou pegando emprestado de alguém! Simples assim. 

E por que faríamos isso?

É muito simples também: estamos em uma crise, não só no Brasil, mas mundial! Isso se deve a maneira como o capitalismo “nos criou” durante todos esses anos. Fixando em nossas mentes o pensamento de que precisamos “ter para ser”. E esgotar todos os recursos para produzir em grande escala, impulsionando o consumo, criando a necessidade de padronização da sociedade pelo poder de aquisição. Ou seja, para o capitalismo, se você não tem, não pode, então você não é!

Um exemplo utilizado no livro “O que é meu é cada vez mais seu” sobre economia compartilhada ou colaborativa, (como alguns chamam), é um objeto como a furadeira, por exemplo:

Se você precisa de uma furadeira, você não quer o item, você quer o furo na parede. Então por que não pedir emprestado ou alugar ao invés de comprar uma? 

Esse tipo de economia não é somente pensando na questão do valor do item e sim, que você irá utilizar pouquíssimas vezes esse produto e ainda irá ocupar lugar na sua casa e em alguns anos, com certeza, o item seria revendido ou iria para o lixo por conta do desgaste de desuso. 

A economia colaborativa é bom pro seu bolso e para sustentabilidade do planeta!

Além do capitalismo, o boom da internet com as redes sociais nos últimos tempos vem elevando essa necessidade de consumo à níveis extremos. Quanto mais se vê, mais se quer ter! Porém ao mesmo tempo, é através dela que a economia compartilhada está se fortalecendo. 

Quem diria que aquilo que mais nos afasta tem também nos aproximado cada vez mais? 

E não estamos falando de responder rápido no WhatsApp rsrs e sim de que grandes empresas hoje como Airbnb, por exemplo, onde as pessoas emprestam casas para aqueles que querem pagar menos ao viajar e ainda terem conforto. Ou o Ride With, que é uma nova funcionalidade do Waze que facilita caronas, isso é uma economia compartilhada! 

Inclusive o próprio Waze tem sua finalidade em economia compartilhada de conhecimento! Você fica sabendo de um acidente ou de trânsito intenso através de aviso de outros usuários.

No App Tem açúcar?, você pode anunciar empréstimo de suas coisas ou pedir emprestado. Assim como anunciar venda de algum item que quer desapegar!

Nele você também consegue ver quem próximo de você está utilizando o aplicativo e efetuar esse empréstimo sem burocracia e com regras que os dois interessados podem criar por conta própria! 

No Banco de Tempo ou no Beliive, por exemplo, são ferramentas para troca de serviços, mas nele você troca serviço por tempo no próprio site e vai aumentando suas conexões.

A economia colaborativa nos apresenta um novo jeito de consumir. Isso porque foca em utilizar o serviço ou produto, substituindo o possuir!

Basicamente a visão da economia compartilhada é: se eu tenho, ajuda a não induzir uma produção maior desse item, e sim, realoco o que já está ocioso. E se eu não tenho, procuro formas mais sustentáveis de adquirir o que desejo.

E isso pode transformar o mundo!

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